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domingo, 17 de outubro de 2010

VAMOS DEIXAR DE HIPOCRISIA

O Brasil ou qualquer outra nação tem governantes que são o reflexo cultural de seu povo.

Política, como substantivo ou adjetivo, compreende arte de guiar ou influenciar o modo de governo pela organização de um partido político, pela influência da opinião pública, pela aliciação de eleitores [HOUAISS].

Na conceituação erudita, política "consiste nos meios adequados à obtenção de qualquer vantagem" [Wikipédia].

Nestes termos, e ao pé da letra, a disputa de cargos eletivos, qual sejam, é uma busca para a obtenção de vantagens, seja por parte do eleitor ou do eleito para fins particulares.

O Político alicia o eleitor e o eleitor alicia o político em trocas constantes de benefícios, tanto para um lado como para outro.

E assim, a cada eleição as mesmas discussões e as mesmas acusações e hipocrisias, mas nada de concreto, ou seja, "de concreto mesmo, só o 'cimento'" como disse o Tiririca numa entrevista ao repórter Vesgo do programa Pânico na Tv, da RedeTV!.

Entrando no viés das discussões sobre o que um fez ou vai fazer, entra o assunto das "bolsas" e as privatizações. 

Tive alguns contatos com pessoas que vivenciam a realidade das pessoas que recebem o bolsa-familia e de acordo com a declaração destas pessoas, a maioria dos que recebem este beneficio (que varia de R$ 22,00 a 200,00 depende de alguns critérios) usam este dinheiro não para sair da miséria ou matar a fome, mas, para compra de drogas lícitas (cachaça e fumo) exatamente pelo estado de abandono que estas pessoas se encontram. Nas basta dar dinheiro, tem que dar apoio social. A situação mais critica é nas aldeias indígenas na Amazônia, onde a maioria dos índios ficam nas cidades se drogando licitamente. O caso do nordeste, também, não fica para trás, pois a emigração, em busca da sobrevivência, continua.

O discurso de que bolsa-familia diminuiu a miséria no Brasil é eleitoreiro e pirotécnico. Num país de 189 milhões de habitantes, em 2008, quase 12 milhões de pessoas (e não de familias), ou seja, 6,32% da população recebiam a bolsa familia, sendo que, segundo a FGV, no mesmo ano os remediados e pobres (aqueles que recebiam entre R$103,00 e 207,00) eram quase 30% da população, ou seja, 57 milhões. Nestes termos, a diminuição da miséria é ínfima.

A realidade prática, diferente dos números divulgados pelo governo (de acordo com seus interesses) não mostra esta diminuição da miséria. Antes da bolsa-familia estas familias viviam e ainda vivem de doações de instituições religiosas, principalmente as espíritas, que doam-lhes cestas básicas, bem como, distribuem sopas, sem alarde e sem ajuda governamental e isso não entra nas estatísticas. Além da ajuda da população em geral.

O governo precisa sair das salas confortáveis da ilusão e da manipulação de números e colocar o pé na realidade nua e crua da situação de sobrevivência da população. Na porta da minha casa a mendicância continua e nunca terminou.

Portanto, R$ 22,00 ou R$ 200,00 não mata a fome de uma familia que na sua maioria possui mais de 5 membros. Isso reduz o ser humano ao estado de dependência e humilhação.

Essa política de distribuição de renda é balela. Distribuição de renda ocorre no interior dos gabinetes governamentais com a política dos mensalões. Quem é rico está cada vez mais rico e quem é pobre está cada vez mais pobre e miserável.

Com relação as privatizações, estas começaram ainda nos idos de 1990, do século passado no governo de Fernando Collor, onde foi instituido o Plano Nacional de Desestatização - PND (Lei nº 8.031, de 1990, revogada pela Lei. nº 9.491, de 1997).  O Plano Collor desencadeou um dos maiores programas de privatizações do mundo. Hoje, o Collor apoia a candidadta do PT ao governo federal.

Não somos um país com regime de governo comunista onde o Estado tem o controle da propriedade e da produção - o que seria alcançado pela revolução proletária. O representante do proletariado tem o governo nas mãos e quer transformar o nosso País, a qualquer custo, e na retórica, em um País onde o governo controla a propriedade, a produção, os meios de comunicação e impõe a cassação dos direitos a liberdade de pensamento e de expressão, assim como em Cuba, Venezuela, Bolívia e Equador, onde seus governos são carne e unha com o governo brasileiro.

O Collor privatizou a VASP, a USIMINAS e a CSN - Companhia Siderúrgica Nacional. No governo Itamar Franco (assumiu a Presidência com a cassação de Collor) interrompeu o processo de privatização. No governo de Fernando Henrique Cardoso, o qual criou o Conselho Nacional de Desestatização, privatizou a Companhia Vale do Rio Doce (hoje apenas Vale), empresa de minério de ferro, que se tornou uma das maiores multinacionais do mundo, a Telebrás, monopólio estatal de telecomunicações e a Eletropaulo. As empresas do sistema Telebrás eram responsáveis pela operação e gerência de redes de telecomunicações (Princípios da Gerência de Redes) no Brasil, ou seja, pelos sistemas de telecomunicações. O serviço era limitado e uma linha de telefone fixo chegava a valer no mercado paralelo até 10 mil dólares. Quem se dispunha a pagar o preço oficial (de aproximadamente 1 mil dólares), tinha que aguardar prazos de três a seis anos para receber sua linha telefônica fixa.

Após sua fundação, a Vale conseguiu ir, pouco a pouco, expandindo sua produção de minério de ferro, mas de forma ainda muito lenta. O Brasil tinha grandes reservas do mineral, mas a demanda era reduzida. A Vale vivia praticamente só para fornecer matéria prima para as siderúrgicas nacionais, sendo a maior delas, então, a Companhia Siderúrgica Nacional. No final dos anos 1950, a Vale era uma empresa acanhada que extraía cerca de 3 a 4 milhões de toneladas/ano, menos da metade do que planejara Farquhar em 1920. Isso representava um faturamento pequeno, dado o baixo valor econômico do mineral bruto. Com a privatização a Vale é a segunda maior mineradora do mundo. É a maior produtora de minério de ferro do mundo e a segunda maior de níquel. A Vale destaca-se ainda na produção de manganês, cobre, bauxita, caulinita, carvão, cobalto, platina, alumina e alumínio. 

Se estas empresas não tivessem sido privatizadas, como estariam hoje em dia? Como a ECT e a Petrobrás? Empresas que servem para abrigar os amigos do Rei?

E quem disse que o grande defensor dos trabalhadores e da propriedade pública não privatiza?

O governo Lula, em continuidade à política econômica de Fernando Henrique e de Itamar Franco, foi responsável pela privatização de cerca de 2,6 mil quilômetros de rodovias federais, que foram a leilão em 9 de outubro de 2007. O grande vencedor do leilão para explorar por 25 anos pedágios nas rodovias foi o grupo espanhol OHL, ou seja, o governo Lula que tanto critica as privatizações, entregou as rodovias federais a um grupo estrangeiro. As estradas privatizadas são, seguido do vencedor do leilão no determinado lote:
  • BR-381 Belo Horizonte (MG) – São Paulo (SP) - grupo OHL
  • BR-393 Divisa (MG-RJ) – Via Dutra (RJ) - Acciona
  • BR-101 Ponte Rio–Niterói (RJ) – (ES) - grupo OHL
  • BR-153 Divisa (MG-SP) – Divisa (SP-PR) - BR VIAS
  • BR-116 São Paulo (SP) – Curitiba (PR) - grupo OHL
  • BR-116 Curitiba (PR) – Divisa (SC-RS) - grupo OHL
  • BR-116/376/PR-101/SC Curitiba (PR) – Florianópolis (SC) - grupo OHL
Recentes matérias em jornais levantaram, entretanto, que os contrato realizados nas concessões em 2007 não tem sido cumpridos e que as estradas encontram-se, em 2010, com obras atrasadas e trechos em péssimas condições. Houve também a concessão por 30 anos de 720 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul para a Vale (empresa tão criticada pela sua privatização)  pelo valor de R$ 1,4 bilhão. Entre outras privatizações no governo Lula, estão:
  • Banco do Estado do Ceará
  • Banco do Estado do Maranhão
  • Hidrelétrica Santo Antônio
  • Hidrelétrica Jirau
  • Linha de transmissão Porto Velho (RO) – Araraquara (SP)

Pelo que se nota o governo LULA/Dilma prefere privatizar e colocar nas mãos dos estrangeiros empresas que operam setores de grande importância para o controle da segurança energética, logística e financeira do país, como ferrovias, estradas federais e hidrelétricas. Foram as privatizações oficiais o governo Lula privatizou a ECT (Empresa de Correios e Telégrafos), Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e a Petrobrás pelo loteamento destas empresas aos seus amigos de longa "estrada" em troca de benefícios, apoios diversos e cobrança de propinas lideradas pelos funcionários da Casa Civil, primeiro com a Dilma, depois com a Erenice e seus comparsas.

Entre outros atos discutidos, entre eles, desvio de verbas, contratações de parentes ou amigos apadrinhados por alguém, pagamento de festas de casamentos, recebimentos de "presentinhos", quem, entre os políticos, que nunca fizeram que atirem a primeira pedra, mas cuidado com o telhado de vidro. Todos estes atos chamam corrupção.

Essa balela de que todos são contra o aborto, que são favoráveis as causas dos excluídos, que vão fazer pela saúde e pela educação, que vão fazer a reforma agrária, não passam de pirotecnia, ou seja, tiveram chance de fazerem e nunca fizeram. Educar o povo é uma prática contraria a política de governos que querem manter o jugo sobre seus eleitores. Um povo educado e culturalmente preparado não se sujeita a "esmolas" para sobreviverem, buscam trabalho, algo que ainda é um instrumento de dignidade distante de muita gente.

O BRASIL é maior que todas estas mentiras e hipocrisias. Portanto, quem tem rabo de papel não solta rojão.

Fonte de pesquisa na internet:
1) Wikipédia.
2) MDS - Ministério de Desenvolvimento Social
3) Diversos sites de variadas correntes de pensamento.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Índice de Desenvolvimento de Araguari

Atualizado em 08/10/2010 às 14:00

O IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal, apresenta a divulgação relativo aos dados oficiais de 2007 de todos os municípios brasileiros. O IFDM surgiu em resposta à ação 97 do Mapa de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, que propôs a criação de um índice para acompanhar de forma permanente o desenvolvimento humano, econômico e social no interior do estado.


A defasagem temporal de três anos entre o IFDM e sua divulgação decorre do fato de serem utilizadas apenas estatísticas oficiais. Com efeito, somente em 2010 foi possível reunir concomitantemente dados dos Ministérios da Educação, da Saúde e do Trabalho para o ano sob análise.

A metodologia pioneira e única do IFDM distingue-se por ter periodicidade anual, recorte municipal e abrangência nacional. Estas características possibilitam o acompanhamento do desenvolvimento humano, econômico e social de todos os municípios brasileiros, apresentando uma série anual, de forma objetiva e com base exclusiva em dados oficiais.

Uma das vantagens do IFDM é permitir a orientação de ações públicas e acompanhar seus impactos sobre o desenvolvimento dos municípios – não obstante a possibilidade de agregação por Estados. Deste modo, constitui-se uma importante ferramenta de gestão pública e de accountability[¹] democrática.

O IFDM considera, com igual ponderação, as três principais áreas de desenvolvimento humano, a saber, Emprego&Renda, Educação e Saúde. A leitura dos resultados – por áreas de desenvolvimento ou do índice final – é bastante simples, variando entre 0 e 1, sendo quanto mais próximo de 1, maior o nível de desenvolvimento da localidade. Neste sentido, estipularam-se as seguintes classificações: municípios com IFDM entre 0 e 0,4 são considerados de baixo estágio de desenvolvimento; entre 0,4 e 0,6, de desenvolvimento regular; entre 0,6 e 0,8, de desenvolvimento moderado; e entre 0,8 e 1,0, de alto desenvolvimento.

Vale salientar que o IFDM (
Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal) é diferente de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e são calculados por instituições distintas.

Em 2007, Araguari caiu 50 posições no estado, em relação ao ano de 2006, e obteve pelo IFDM a 93° posição e com relação ao Brasil caiu para 1075° posição com um IFDM de 0,7094, ou seja, uma variação negativa de 0,52%. Conclui-se, portanto, que entre 2000 e 2007 houve um descaso total em relação aos investimentos públicos nas áreas de saúde, educação e emprego no município de Araguari. Araguari neste período pode ter tido um crescimento (de população, de criminalidade, do perímetro urbano, de acidentes de trânsito,etc.), porém, não desenvolveu, ou seja, a população, principalmente de baixa renda que mais sofreu os efeitos negativos da falta de investimentos necessários para garantir sua qualidade de vida.

Em 2006, Araguari obteve pelo IFDM a 43° posição no estado de Minas Gerais. 8° no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, atrás de: Uberlândia, Uberaba, Canápolis, Pirajuba, Santa Juliana, Fronteira, e Itapagibe, respectivamente.

Porém, em 2005, Araguari tinha uma posição muito melhor que a atual. Era o 12° colocado no estado e o 215° no país. Ainda falta conhecermos os índices de 2008. Espera-se sejam divulgados 2011 para avaliarmos a gestão publica do psicólogo Marcos Alvim.

Por outro lado, em 2000, Araguari ocupava a 97° posição no estado e a posição 1147° no país. Conclui-se que no final do governo Milton Lima - gestão 1997-2000 políticas públicas voltada ao desenvolvimento não eram o forte em Araguari. Pelos resultados obtidos em 2005, no primeiro mandato de Marcos Alvim (2001-2004), nossa cidade teve um saldo positivo, onde podemos concluir que os investimentos em áreas de desenvolvimento humano foram satisfatórios. Porém, até a metade de seu segundo mandato (2005-2008), como demonstra os números de 2006 e 2007, teve um saldo negativo nesses investimentos, ou seja, as prioridades caminharam para outros setores e o desenvolvimento humano foi colocado em segundo plano.

O que ocorreu em um período de tempo tão pequeno que Araguari se tornasse uma cidade pior em índices de desenvolvimento? Falta de Planejamento é a resposta.

Mesmos estes índices sendo resultados de uma realidade do passado eles são importantes, pois delineiam diretrizes para os próximos anos e mostra onde é necessário investir mais em áreas que garantam qualidade de vida a população, com sustentabilidade.

Portanto, para obtermos melhores resultados no futuro a gestão pública atual necessita ser revista e passar a considerar estes dados no seu planejamento. Somente a partir do último ano do governo atual, pelo dados da FIRJAN, que iremos conhecer os reais índices de desenvolvimento obtidos pelo nosso município pela gestão do engenheiro e se houve uma mudança no modelo administrativo do município.

Outras informações pode se obter pelo site da FIRJAN.
_____________________
[¹] Accountability é um termo da língua inglesa, sem tradução exata para o português, que remete à obrigação de membros de um órgão administrativo ou representativo de prestar contas a instâncias controladoras ou a seus representados. Outro termo usado numa possível versão portuguesa é responsabilização. (wikipédia)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Qual a semelhança entre a tiririca (planta) e o corruPTo?

1) A tiririca, uma das principais plantas daninhas, possui um conjunto de bulbos, rizomas e tubérculos subterrâneos, interligados em forma de corrente, de onde surgem as folhas e as hastes florais. Os tubérculos são produzidos nos rizomas e, quando brotam, uma ou mais gemas começam a crescer, produzindo novas plantas com mais tubérculos, garantindo a reprodução e a disseminação da tiririca.

2) O corruPTo ENRAIZA NO PODER E NUNCA QUER SAIR.

3)A tiririca está presente no mundo todo, principalmente em países tropicais e subtropicais, onde encontra condições ideais para o seu desenvolvimento.

4) O corruPTo É PRAGA E APOIA OS GOVERNOS DITATORIAIS, POR EXEMPLO, OS DA VENEZUELA, BOLIVIA, IRÃ, CUBA..

5) A tiririca se dissemina através de:
    * aplicação de matéria orgânica contaminada;
    * máquinas e implementos agrícolas com tubérculos aderidos.
    * mudas contaminadas;
    * touceiras de grama;
    * enxurradas, sulcos e canais de irrigação.

6)O corruPTo SE DISSEMINA ATRAVÉS DAS FACILIDADES OFERECIDAS PELO CAMPO POLÍTICO E PELA IRRIGAÇÃO DO DINHEIRO PÚBLICO.

7) Erradicação: Esta técnica visa à eliminação de todas as partes da plantas daninha da área, incluindo a destruição de sementes, rizomas, raízes tuberosas e tubérculos.

8)PARA ERRADICAR O corruPTo É NECESSÁRIO EXTERMINAR OS MENSALEIROS E OS TRAFICANTES DE INFORMAÇÕES.

9) A tiririca reduz a produção agrícola em 40 por cento, em média, podendo chegar a 90 por cento.

10) O corruPTo REDUZ OS INVESTIMENTOS NAS ÁREAS SOCIAIS, AMBIENTAIS E PREVIDENCIÁRIAS.

O TIRIRICA (humorista)  E O POVO BRASILEIRO TEM APENAS DUAS SEMELHANÇAS: AMBOS SÃO PALHAÇOS, APOIAM E ELEGEM corruPTos.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eleições 2010 – Eleitos em Minas Gerais


 GOVERNADOR

Seq.
NºCand.
Nome Candidato
Partido / Coligação
Qtde. Votos
1
45
* ANTONIO ANASTASIA
PSDB - PP / PDT / PTB / PSL / PSC / PR / PPS / DEM / PSDC / PMN / PSB / PSDB
6.275.520 (62,72%)


SENADOR 

Seq.
NºCand.
Nome Candidato
Partido / Coligação
Qtde. Votos
1
456
* AÉCIO NEVES
PSDB - PP / PDT / PTB / PSL / PSC / PR / PPS / DEM / PSDC / PMN / PSB / PSDB
7.565.377 (39,47%)
2
234
* ITAMAR FRANCO
PPS - PP / PDT / PTB / PSL / PSC / PR / PPS / DEM / PSDC / PMN / PSB / PSDB
5.125.455 (26,74%)


 DEPUTADO FEDERAL

Seq.
Nº Cand.
Nome Candidato
Partido / Coligação
Qtde. Votos
1
4550
* RODRIGO DE CASTRO
PSDB - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
271.306 (2,64%)
2
2505
* LAEL VARELLA
DEM - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
243.884 (2,37%)
3
1391
* WELITON PRADO
PT - PRB / PT / PMDB / PC do B
234.397 (2,28%)
4
1433
* EROS BIONDINI
PTB - PTB / PSB
208.058 (2,02%)
5
2323
* ALEXANDRE SILVEIRA
PPS - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
199.418 (1,94%)
6
1350
* GILMAR MACHADO
PT - PRB / PT / PMDB / PC do B
192.657 (1,87%)
7
2250
* JAIMINHO MARTINS
PR - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
180.117 (1,75%)
8
1122
* TONINHO PINHEIRO
PP - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
179.649 (1,75%)
9
1312
* REGINALDO LOPES
PT - PRB / PT / PMDB / PC do B
176.241 (1,71%)
10
1307
* ODAIR CUNHA
PT - PRB / PT / PMDB / PC do B
165.644 (1,61%)
11
4555
* MARCUS PESTANA
PSDB - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
161.892 (1,57%)
12
1111
* DIMAS FABIANO
PP - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
146.061 (1,42%)
13
4560
* DOMINGOS SÁVIO
PSDB - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
143.113 (1,39%)
14
1500
* LEONARDO QUINTAO
PMDB - PRB / PT / PMDB / PC do B
141.737 (1,38%)
15
1510
* NEWTON CARDOSO
PMDB - PRB / PT / PMDB / PC do B
137.680 (1,34%)
16
1311
* GABRIEL GUIMARÃES
PT - PRB / PT / PMDB / PC do B
137.120 (1,33%)
17
4544
* CARLAILE PEDROSA
PSDB - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
128.304 (1,25%)
18
1177
* MARCIO REINALDO
PP - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
124.551 (1,21%)
19
4567
* EDUARDO AZEREDO
PSDB - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
123.649 (1,20%)
20
4535
* EDUARDO BARBOSA
PSDB - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
120.769 (1,17%)
21
2280
* BERNARDO SANTANA
PR - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
119.029 (1,16%)
22
1518
* ANTÔNIO ANDRADE
PMDB - PRB / PT / PMDB / PC do B
117.722 (1,14%)
23
2245
* BILAC PINTO
PR - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
117.230 (1,14%)
24
1330
* MIGUEL CORREA
PT - PRB / PT / PMDB / PC do B
113.388 (1,10%)
25
1315
* PADRE JOAO
PT - PRB / PT / PMDB / PC do B
111.651 (1,09%)
26
1290
* ZÉ SILVA
PDT
110.570 (1,08%)
27
2233
* LINCOLN PORTELA
PR - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
109.045 (1,06%)
28
2222
* AELTON FREITAS
PR - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
106.192 (1,03%)
29
6565
* JÔ MORAES
PC do B - PRB / PT / PMDB / PC do B
105.977 (1,03%)
30
4545
* PAULO ABI ACKEL
PSDB - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
105.422 (1,03%)
31
1145
* LUIZ FERNANDO
PP - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
105.413 (1,03%)
32
1121
* RENZO BRAZ
PP - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
102.573 (1,00%)
33
1513
* JOAO MAGALHÃES
PMDB - PRB / PT / PMDB / PC do B
101.639 (0,99%)
34
4520
* NARCIO
PSDB - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
101.090 (0,98%)
35
2020
* MARIO DE OLIVEIRA
PSC
100.811 (0,98%)
36
2555
* CARLOS MELLES
DEM - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
100.325 (0,98%)
37
4311
* FABINHO RAMALHO
PV
96.309 (0,94%)
38
2545
* MARCOS MONTES
DEM - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
94.077 (0,91%)
39
1511
* MAURO LOPES
PMDB - PRB / PT / PMDB / PC do B
93.035 (0,90%)
40
1010
* GEORGE HILTON
PRB - PRB / PT / PMDB / PC do B
92.282 (0,90%)
41
1515
* PAULO PIAU
PMDB - PRB / PT / PMDB / PC do B
90.907 (0,88%)
42
1590
* SARAIVA FELIPE
PMDB - PRB / PT / PMDB / PC do B
90.097 (0,88%)
43
2255
* DIEGO ANDRADE
PR - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
90.073 (0,88%)
44
4343
* ANTÔNIO ROBERTO
PV
88.344 (0,86%)
45
2340
* GERALDO THADEU
PPS - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
87.826 (0,85%)
46
3345
* WALTER TOSTA
PMN - PSL / PSDC / PMN
86.192 (0,84%)
47
1363
* LEONARDO MONTEIRO
PT - PRB / PT / PMDB / PC do B
85.891 (0,84%)
48
2240
* ARACELY DE PAULA
PR - PP / PR / PPS / DEM / PSDB
81.129 (0,79%)
49
1231
* ADEMIR CAMILO
PDT
72.967 (0,71%)
50
4050
* JULIO DELGADO
PSB - PTB / PSB
70.945 (0,69%)
51
7070
* LUIS TIBE
PT do B - PTN / PRTB / PRP / PT do B
58.677 (0,57%)
52
3121
* JOSE HUMBERTO
PHS - PHS / PTC
51.824 (0,50%)
53
1707
* DR. GRILO
PSL - PSL / PSDC / PMN
40.093 (0,39%)

DEPUTADO ESTADUAL 

Seq.
Nº Cand.
Nome Candidato
Partido / Coligação
Qtde. Votos
1
45141
* DINIS PINHEIRO
PSDB - PP / DEM / PSDB
159.422 (1,54%)
2
14009
* MARQUES
PTB - PTB / PSB
153.225 (1,48%)
3
45240
* MAURI TORRES
PSDB - PP / DEM / PSDB
106.519 (1,03%)
4
14111
* ARLEN SANTIAGO
PTB - PTB / PSB
105.859 (1,02%)
5
43111
* TIAGO ULISSES
PV
103.677 (1,00%)
6
14444
* BRÁULIO BRAZ
PTB - PTB / PSB
102.530 (0,99%)
7
11210
* GIL PEREIRA
PP - PP / DEM / PSDB
95.450 (0,92%)
8
12312
* SARGENTO RODRIGUES
PDT
94.312 (0,91%)
9
43500
* AGOSTINHO PATRUS FILHO
PV
93.656 (0,90%)
10
15196
* ZÉ HENRIQUE
PMDB
93.622 (0,90%)
11
13789
* PAULO GUEDES
PT - PRB / PT
92.710 (0,89%)
12
13913
* ELISMAR PRADO
PT - PRB / PT
92.027 (0,89%)
13
45222
* DALMO RIBEIRO
PSDB - PP / DEM / PSDB
90.538 (0,87%)
14
13139
* DURVAL ÂNGELO
PT - PRB / PT
89.811 (0,87%)
15
45999
* LUIZ HUMBERTO CARNEIRO
PSDB - PP / DEM / PSDB
88.963 (0,86%)
16
43120
* DR. HELY
PV
85.973 (0,83%)
17
25789
* GUSTAVO CORREA
DEM - PP / DEM / PSDB
85.504 (0,83%)
18
45777
* JOAO LEITE
PSDB - PP / DEM / PSDB
84.316 (0,81%)
19
12300
* GUSTAVO PERRELLA
PDT
82.864 (0,80%)
20
20107
* ANTONIO GENARO
PSC
81.159 (0,78%)
21
25123
* DOUTOR VIANA
DEM - PP / DEM / PSDB
80.419 (0,78%)
22
45513
* CARLOS MOSCONI
PSDB - PP / DEM / PSDB
79.705 (0,77%)
23
45045
* LAFAYETTE ANDRADA
PSDB - PP / DEM / PSDB
78.302 (0,76%)
24
14190
* DILZON MELO
PTB - PTB / PSB
77.846 (0,75%)
25
45151
* LUIZ HENRIQUE
PSDB - PP / DEM / PSDB
77.740 (0,75%)
26
20456
* ANTONIO CARLOS ARANTES
PSC
74.542 (0,72%)
27
45205
* ZÉ MAIA
PSDB - PP / DEM / PSDB
72.336 (0,70%)
28
25464
* GUSTAVO VALADARES
DEM - PP / DEM / PSDB
71.568 (0,69%)
29
17017
* DR. WILSON BATISTA
PSL - PSL / PSDC / PMN
70.106 (0,68%)
30
12212
* ALENCAR DA SILVEIRA JR
PDT
68.709 (0,66%)
31
15622
* BRUNO SIQUEIRA
PMDB
68.437 (0,66%)
32
45123
* MOURÃO
PSDB - PP / DEM / PSDB
68.323 (0,66%)
33
43001
* DÉLIO MALHEIROS
PV
68.254 (0,66%)
34
43151
* ROSÂNGELA REIS
PV
67.559 (0,65%)
35
15000
* PASTOR VANDERLEI MIRANDA
PMDB
64.929 (0,63%)
36
43000
* INÁCIO FRANCO
PV
63.662 (0,61%)
37
40640
* WANDER BORGES
PSB - PTB / PSB
62.810 (0,61%)
38
45500
* CÉLIO MOREIRA
PSDB - PP / DEM / PSDB
62.582 (0,60%)
39
15296
* ANTONIO JULIO
PMDB
59.739 (0,58%)
40
45555
* RÔMULO VIEGAS
PSDB - PP / DEM / PSDB
57.691 (0,56%)
41
44200
* JOAO VITOR XAVIER DA ITATIAIA
PRP - PRP / PT do B
56.956 (0,55%)
42
45888
* LEONARDO MOREIRA
PSDB - PP / DEM / PSDB
56.945 (0,55%)
43
15300
* TADEUZINHO
PMDB
56.898 (0,55%)
44
13122
* POMPILIO CANAVEZ
PT - PRB / PT
56.263 (0,54%)
45
31789
* NEILANDO PIMENTA
PHS - PTN / PHS
55.398 (0,53%)
46
25121
* JAYRO LESSA
DEM - PP / DEM / PSDB
54.594 (0,53%)
47
15123
* ADALCLEVER LOPES
PMDB
53.629 (0,52%)
48
10100
* BISPO GILBERTO ABRAMO
PRB - PRB / PT
52.994 (0,51%)
49
13444
* PAULO LAMAC
PT - PRB / PT
50.966 (0,49%)
50
23400
* LUZIA FERREIRA
PPS
50.620 (0,49%)
51
65123
* CARLIN MOURA
PC do B
50.221 (0,48%)
52
15222
* IVAIR NOGUEIRA
PMDB
50.114 (0,48%)
53
33580
* DUARTE BECHIR
PMN - PSL / PSDC / PMN
49.619 (0,48%)
54
12612
* TENENTE LUCIO
PDT
49.248 (0,48%)
55
12369
* CARLOS PIMENTA
PDT
49.133 (0,47%)
56
23233
* NEIDER MOREIRA
PPS
46.818 (0,45%)
57
13123
* ROGERIO CORREIA
PT - PRB / PT
45.939 (0,44%)
58
15900
* SÁVIO SOUZA CRUZ
PMDB
45.415 (0,44%)
59
65112
* CELINHO DO SINTTROCEL
PC do B
45.373 (0,44%)
60
13555
* ANDRÉ QUINTÃO
PT - PRB / PT
45.324 (0,44%)
61
17456
* HÉLIO GOMES
PSL - PSL / PSDC / PMN
44.704 (0,43%)
62
40123
* LIZA PRADO
PSB - PTB / PSB
43.810 (0,42%)
63
23450
* SEBASTIÃO COSTA
PPS
43.376 (0,42%)
64
33444
* DUILIO DE CASTRO
PMN - PSL / PSDC / PMN
41.727 (0,40%)
65
13077
* ULYSSES GOMES
PT - PRB / PT
41.265 (0,40%)
66
13220
* ADELMO LEÃO
PT - PRB / PT
40.562 (0,39%)
67
13671
* ALMIR PARACA
PT - PRB / PT
40.521 (0,39%)
68
40696
* LERIN
PSB - PTB / PSB
40.426 (0,39%)
69
31333
* FRED COSTA
PHS - PTN / PHS
38.419 (0,37%)
70
36123
* ANSELMO JOSÉ DOMINGOS
PTC - PRTB / PTC
38.109 (0,37%)
71
17567
* FÁBIO CHEREM
PSL - PSL / PSDC / PMN
37.885 (0,37%)
72
13151
* MARIA TEREZA LARA
PT - PRB / PT
37.442 (0,36%)
73
22100
* DEIRÓ MARRA
PR
36.527 (0,35%)
74
28888
* CÁSSIO SOARES
PRTB - PRTB / PTC
36.067 (0,35%)
75
10123
* PASTOR CARLOS HENRIQUE
PRB - PRB / PT
35.983 (0,35%)
76
70100
* BOSCO
PT do B - PRP / PT do B
31.455 (0,30%)
77
28000
* FABIANO TOLENTINO
PRTB - PRTB / PTC
31.182 (0,30%)

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – TSE – ultimo acesso em 04/10/2010
Outros estados acesse: http://divulgacao.tse.gov.br/
 

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